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9.12.08

Nippon Koma 08: dia 1

Pois é, vai recomeçar a maratona Nippon Koma no Anime-comic. Confesso que estou com boas expectativas para a edição de este ano que parece ter uma programação mais sólida e esperemos que seja desta que não haja os problemas técnicos do costume. Infelizmente o programa ainda não satisfaz por completo, apesar das claras melhorias. Mas o dia de hoje correu bem, e por isso só tenho de dar os parabéns à organização e à Culturgest.

Agora os filmes (que é o que interessa):

A sessão da tarde foi preenchida com a compilação de curtas de animação Genius Party, em substituição do originalmente previsto Appleseed (já não sei qual versão, suponho que a mais recente, tinha de ir procurar ao programa da Culturgest - em papel - e agora não me apetece). É refrescante ver que grandes nomes do anime comercial também conseguem fazer filmes de autor, mas nem todos são 100% bem-sucedidos na tarefa. Será falta de prática? Será que precisam de "fronteiras" e restricções para serem verdadeiramente criativos? A meu ver há lugar para tudo e é um bocado como uma velha máxima, de que "bons profissionais não dão bons professores", mas há sempre excepções.

O primeiro filme, Genius Party Opening, de Atsuko Fukushima, é um deleite para os sentidos, uma pequena animação de técnicas mistas, com um ambiente psicadélico que faz lembrar velhos filmes de animação de autor, tais como La Planète Sauvage, de René Laloux, com um belo toque moderno, mais notório nos "néons" em CGI. O segundo filme, Shanghai Dragon, do renomado Shoji Kawamori (Macross, Macross Plus, Escaflowne, etc.), brinda-nos com um trabalho artístico fora do comum, uma animação de primeira qualidade e uma história de pequenos-grandes mal-entendidos divertida. Mais convencional que o anterior, estes dois foram os meus preferidos dos sete. Deathtic 4 e Happy Machine são dois filmes bem diferentes entre si mas ambos muito interessantes (e algo surrealistas), Limit Cycle é uma daquelas secas demasiado densas, existencialistas com excesso de informação, tanto no texto como visualmente. É daqueles filmes que nos perguntamos, mas afinal onde é que ele quer chegar, pois o filme satura ao fim do primeiro minuto, apesar de exuberante. Por fim, não deixando de ser um bom filme, Baby Blue, a maior decepção de todos, pois vindo de quem vem, Shinichiro Watanabe (Cowboy Bebop, Samurai Champloo e agora Michiko to Hatchin), que chamou a atenção pelo seu trabalho vanguardista e arrojado na indústria, traz-nos um filme comedido e discreto, com a velha temática nostálgica das separações e rebeldias da adolescência, sempre interessantes, mas que começam a tornar-se algo repetitivas no panorama da animação japonesa. O filme é bem giro e gostei, mas talvez se não tivesse sabido de antemão de quem é, tivesse gostado muito mais.

À noite foi a hora do documentário, Wings of Defeat, um documentário por uma nisei norte-americana, Risa Morimoto, acerca dos pilotos de kamikaze que sobreviveram e os seus testemunhos na primeira pessoa acerca das suas impressões sobre a sua missão e a II Guerra Mundial. Não sendo um documentário particularmente brilhante a nível cinematográfico, é um estudo interessante sobre a inutilidade da guerra e, principalmente da bomba atómica. Muito antes das bombas terem sido lançadas, o Japão já tinha claramente perdido a guerra, e só a vontade teimosa de um homem (o Imperador Showa, Hirohito) é que adiava o inevitável. O poder bélico norte-americano era claramente superior, o Japão tinha pior tecnologia, menos recursos, já tinha o exército e o país praticamente dizimado, não havia necessidade de tomar medidas tão drásticas, especialmente por duas vezes. Mesmo assim é interessante ver os testemunhos de quem, ingenuamente, travou a guerra em primeira mão (e não são apenas soldados japoneses) e de como partilham convicções humanas de que tudo aquilo por que passaram poderia ter sido de outra forma, não fora essa agressividade incontrolável do Homem.

Culturgest

14.11.08

Comecei a ver: Michiko to Hatchin

É quase caso para dizer finalmente, pois a série que eu esperava com maior antecipação da nova estação já estreou há mais de um mês!

Quando vi o trailer desta série, ainda no Verão, só pensei: "Isto parece um filme de Quentin Tarantino com Robert Rodriguez, versão anime, no Brasil e produzido pela Manglobe!", isto tudo com os olhos arregalados de entusiasmo. Está aqui uma boa e invulgar conjugação de elementos.

O trailer prometia acção e, o primeiro episódio, mesmo antes do genérico dá-nos acção digna do último James Bond! Aliás Michiko lembra a Camille de Quantum of Solace, mas já lá vou! O genérico, bem ao estilo da Manglobe, faz-nos lembrar o genérico de Cowboy Bebop no seu estilo gráfico-pop e com a sua música drum & base. O facto de fazer lembrar Cowboy Bebop não desmerece este genérico que é absolutamente maravilhoso e há de ficar também na memória. Naturalmente que apenas no primeiro episódio, temos pouca noção do que aí vem em termos de história (não em termos de acção, que essa promete e muita!), mas apresentou-nos as personagens, Michiko, uma bandida implacável, morena boazona, que vive descascada, como boa brasileira-morena-boazona que é, e Hatchin a miúda órfã, quase coitadinha, mas que tem personalidade suficiente para se rebelar e não se conformar ao seu injusto destino.

Michiko to Hachin, ou então Michiko e Hatchin, mostra-nos um Brasil idealizado (não idealista) que é um misto das paisagens de sonho e miséria terceiro-mundista que, certamente não corresponde à realidade (espero bem que não!). Mas visualmente os autores, seguindo uma interessante pesquisa, criam um universo ficcional meio realista, meio retro, muitíssimo rico, pormenorizado e interessante, que é um regalo para os olhos. O character design é fantástico, mostrando-nos uma Michiko que é uma personificação da gaja-boa brasileira, de pele morena, lábios carnudos, cabelo escuro (mas liso), com roupas reduzidas e cheia de dourados! Eu bem disse que fazia lembrar a Camille, se bem que Camille é um pouco menos chunga. No lado oposto temos uma Hatchin um tanto caricaturada, versão infantil exagerada de uma miúda franzina com excesso de cabelo. Será que os totós e laços da órfã são uma homenagem subliminar a Candy Candy???

Claro que temos incoerências sociais, a miséria apresentada é exagerada, as instituições são antiquadas, os carros da polícia ainda são Carochas (o Brasil foi um dos últimos países do mundo a deixar de fabricar estes carros) e o padre é casado! Acho que os japoneses precisam de ver mais telenovelas! Por falar em novelas, estava a dar uma na televisão da sala do padre, heheee! A mota, que faz lembrar uma Vespa, versão II Guerra Mundial alterada, é simplesmente fa-bu-lo-sa!!!!! Também, para variar, temos a introdução num universo latino-americano, de pequenos pormenores nipónicos, como nomes japoneses, Hatchin a lavar o chão de joelhos, por oposição à esfregona, o café da manhã sem café e com omelete, ou as portas de correr e o ar oriental do banco que Michiko assalta.

A animação é de primeira qualidade, nem parece que estamos a ver uma série de TV. A Manglobe não desilude e mantém a fasquia alta, o que nos proporciona um visionamento muito mais interessante. É uma animação fluida e muito dinâmica, que torna as sequências de acção, se nada mais, obrigatórias de ver.

Gostei muito das vozes tanto de Michiko, muito grave, ligeiramente nasalada, mas muito feminina, como a de Hatchin, jovem mas sem ser infantil ou infantilizada. Neste anime não há lugar para vozes esganiçadas ou em falsete, como é habitual. É engraçado reparar que, em geral, acertam na pronúncia brasileira... Os nomes, dos locais e pessoas, é que são um tanto estranhos, e há um errozito ortográfico aqui e ali, mas nada de extraordinário.

Estou entusiasmada, não estou? Pois é, é que este anime prometia muito e o primeiro episódio está a léguas de desiludir. Ainda por cima com o selo de garantia da Manglobe, equipa que se formou com a série Cowboy Bebop, com Shinichiro Watanabe a liderar as hostes, e que criou na Manglobe Samurai Champloo e Afro Samurai, duas séries invulgares e muito interessantes que têm em comum com esta a mistura incoerente de aspectos tradicionais com um modernismo retro-funk, mas que resulta! Com uma banda-sonora que vai entre o jazz, o funk, o hip-hop e, claro, a bossa-nova, na pior das hipóteses esta é uma série divertida e bem animada.

ミチコと八チン

3.6.08

Minky Momo: Yume wo Dakishimete

Quase tive um ataque quando percebi que o Canal Panda estava a dar este anime. Pensava que era a mesma série que tinha dado cá, na falecida Europa Television, no final dos anos 80, sob o título de Gigi, mas afinal é a segunda série, já produzida em 91 (a primeira é de 1982-83).

Mesmo assim é sem dúvida um anime que quero seguir! Já andava com saudades de um mahou shoujo à séria!

Como em quase todos os mahou shoujos a permissa é simples: Minky Momo vem de um reino mágico, o Reino dos Sonhos, para a Terra, viver como uma rapariga normal para salvar os sonhos dos humanos. A característica que a distingue dos outros é que Momo se pode transformar, graças, claro, a uma varinha mágica em adulta com as mais variadas profissões ou capacidades. Não é um anime muito profundo ou intrincado, mas é simpático e divertido de ver.

Gostava também de rever a série original, principalmente nas condições desta, com o genérico integralmente em japonês e os nomes das personagens mantidos. Pedir que não seja dobrado é demais para o Canal Panda, mas neste caso é uma pena pois nesta segunda série a voz de Momo não é mais que a famosérrima Megumi Hayashibara (Rei em Evangelion, Faye em Cowboy Bebop), num dos seus primeiros papéis de renome.

魔法のプリンセス ミンキーモモ -夢を抱きしめて-

Canal Panda
2ª - 6ª: 07:30, 20:40
sáb.: 13:00
dom.: 13:10, 20:40

2.3.08

Escaflowne

Tenkuu no Escaflowne é um anime bom demais para passar no Canal Panda. Digo isto pois já passou, e felizmente, na primeira fornada de anime da SIC-Radical, no original com legendas em português, mas agora começou a passar no Panda dobrado em espanhol. Normalmente até acho as dobragens em espanhol aceitáveis (bons actores de voz, semelhantes aos originais, traduções sérias, etc.), mas a de Escaflowne custa-me a engolir. Há qualquer coisa neste anime de qualidade superior, com character design de Nobuteru Yuki e banda-sonora de Yoko Kanno, que impede que eu consiga gostar dele dobrado, seja em que língua for, só aceito originais!

Mesmo assim, para quem perdeu, vale a pena tentar seguir esta série agora.

Escaflowne foi daquelas séries que já estava farta de conhecer através de diversos meios antes de a ver, mas que não me despertava muita curiosidade. Ao vê-la (nessa primeira leva da SIC-Radical) para além de me ter viciado, fiquei agradavelmente surpresa com a qualidade não só da produção e da produção artística, mas também da história. Apenas uma embirração ficou: os narizes arrebitados de Nobuteru Yuki e o ar demasiado andrógino das raparigas.

A banda-sonora, para além de ser da minha compositora japonesa favorita, Yoko Kanno, ainda por cima pertence ao seu periodo áureo, em que ainda não se auto-plagiava e cada banda-sonora sua era uma obra única e arrebatadora na originalidade e força das melodias. Ainda por cima inclui uma das minhas canções preferidas dela, Yakusoku wa iranai, melodia que me ajuda a tirar da cabeça aquelas canções embirrantes que insistem em permanecer por vezes na memória. O forte de Yoko Kanno é a música com ambiências mais místicas e sobrenaturais (exceptuando todas as bandas-sonoras de Cowboy Bebop, que são sublimes) e Escaflowne é um excelente exemplo da utilização de canto gregoriano e influências da Europa medieval, que também se sentem na arte gráfica do anime.

天空のエスカフローネ

4.2.08

Não há bela sem senão...

Surpresa das surpresas! Apesar de ser num canal de cabo, o Hollywood, o filme Cowboy Bebop: Knockin' on Heaven's Door está a passar numa TV em Portugal!

Mas... sim, MAS... está com a dobragem americana, chamam à Ed Edward (que raramente acontece na versão original) e ainda por cima puseram a Faye a dizer he, em vez de she, referindo-se a Ed. Ela é uma RAPARIGA! E a Faye sabe-o.

Ah! E no início, legendas em português... népias! Mas depois lá apareceram.

É sempre uma boa notícia ter um filme de anime tão fabuloso a passar nas nossas TVs, mas por esta altura do campeonato, em que temos o AXN a passar anime, a SIC-Radical e até por vezes os canais públicos, no original legendado em português, já não se justifica passarem logo Cowboy Bebop nestas condições.

カウボーイビバップ 天国の扉
Cowboy Bebop - The Movie

5.8.07

Séries TV

Fui desafiada pelo Ricardo do CineArte para nomear as minhas 5 séries de TV preferidas. Como dividi, tal como ele, as minhas séries em categorias e, sendo uma delas anime, passo a chamar a atenção ao dito post no TV-child.

17.12.06

Cowboy Bebop

Cowboy Bebop, que regressou à SIC-Radical, é uma das minhas séries anime preferidas e um clássico. Hoje finalmente madruguei para (re)ver Evangelion e acabei por ver o episódio de Cowboy Bebop, Session#09: Jamming With Edward, e tive a triste lembrança das péssimas legendagens/traduções. Entre outros erros (infelizmente até alguns de português) o pior é um que tem imenso a ver com a maneira de pensar dos japoneses e em particular da deliciosa personagem que é a Ed. Quando Ed entra em contacto com o satélite rebelde e decide dar-lhe um nome mais simples, ela chama-lhe "Npyu" da palvra konpyutaa [nota: escrevi a romanização do modo como se escreve computer em katakana], porque ela está a falar com o computador/inteligência artificial do dito satélite.

Eu sei que a série infelizmente não foi traduzida directamente do japonês, que foi traduzida de uma tradução, já algo criativa, francesa e daí ter ficado o satélite batizado de "Plume", o que não faz sentido nenhum pois Ed tinha acabado de explicar o porquê do novo nome. Também sei que é caro, difícil, etc. fazer traduções do japonês, mas neste caso (e de todos os outros anime) fala simplesmente mais alto a conveniência de despejar a tradução à empresa mais próxima, que faz descontos se houver um volume maior de projectos a legendar... resumindo: o dinheiro e a eventual rapidez falam mais alto. Só que, "depressa e bem, não há quem"!

A maior pena que tenho nisto tudo é que Cowboy Bebop é uma das melhores séries de anime que já passaram nas televisões nacionais, que inclusive já adquiriu o estatuto de clássico e, ao contrário dos clássicos dos anos 70 e 80, tem uma qualidade técnica muito acima da média. Foi um dos primeiros anime produzidos para um público-alvo mais maduro, na sequência da acima mencionada série Shin Seiki Evangelion, uma tendência que tem vindo a aumentar. Merecia um tratamento melhor.

Resta-me continuar a desfrutar de Cowboy Bebop e tentar não ler as legendas, para não me irritar logo a um sábado de manhã.

カウボーイビバップ

16.4.06

CINE-ASIA: Cowboy Bebop: Tengoku no Tobira

Cowboy Bebop: Knockin' on Heaven's Door

Japão, 2001, 120min

Página Oficial - Trailer

Sinopse: Num futuro não muito diferente do nosso, com a excepção de que a tecnologia permite a utilização do espaço sideral ao comum mortal, um camião TIR explode numa auto-estrada matando vários civis. Faye Valentine, membro involuntário do grupo de bounty hunters, caçadores de prémios, que tripulam a Bebop é, provávelmente a única testemunha que sobrevive. Na explosão foi espalhado um vírus que, lentamente, aniquilou as outras testemunhas...

Crítica: Apesar de este filme ter sido produzido no seguimento do sucesso da série de televisão homónima (passou no primeiro bloco de anime da SIC Radical), qualquer um o pode ver sem estar familiarizado com as personagens.

Este foi o primeiro filme anime que vi a que pude, com toda a segurança, chamar de FILME. A história é complexa, toda a produção visual, desde o character design (do excelente Toshihiro Kawamoto) à animação, passando pelos cenários, é sublime, extremamente bem feita e complexa. A realização é da melhor qualidade que se pode encontrar em qualquer filme de acção. Tal como na série o tom varia bastante entre o drama de acção e a comédia sarcástica (ver o isqueiro do contacto marroquino de Spike) que lhe dão um ritmo bem interessante e despoletam algumas gargalhadas bem honestas. Ao rever agora o filme, tentei imaginá-lo não em animação mas com actores de carne-e-osso e é bem fácil de o conceber.

No fundo, apesar das ligações óbvias à série (personagens principais, universo ficcional) esta história funciona como um episódio à parte, mas realizado com uma qualidade de cinema. Claro que, se se vir a série antes de ver o filme, é sempre uma mais-valia, no sentido que as personagens principais, Spike, Jet, Faye, Ed e Ein, lá estão mais desenvolvidas, conhece-se o seu passado e outras características impossíveis de “entalar” em duas horas de filme.

É curioso reparar como os acontecimentos do 11 de Setembro, mesmo tendo acontecido uns dias após o lançamento do filme (01.09.2001), têm citações aqui. Aliás as referências, para além do terrorismo, bairro marroquino, etc. são bastante claras, principalmente nas duas torres gémeas desta cidade que, inclusive, são mais uma vez filmadas, à semelhança de como as Twin Towers originais muitas vezes o foram, como um recorte ao pôr-do-sol. Parece que adivinharam!

A nível visual este filme é de um detalhe impressionante, desde os reflexos das “abóboras alegóricas” nos prédios em redor, à magnífica encenação da luta final entre Spike e Vincent, quase toda ela em contra-luz com os fogos de artifício a iluminar o cenário. Numa cena em que Jet se encontra com um ex-colega, detective da polícia, num cinema, o filme a passar no écran é claramente um “western” de Hollywood dos anos 40, com John Wayne. Não tenho dados suficientes para dizer qual é o “western”, mas acredito que o filme exista. Isto para não falar das cenas de acção, lindamente coreografadas, a fazer lembrar filmes de James Cameron ou mesmo os Matrixes e afins.

A banda-sonora, assinada mais uma vez por Yoko Kanno, é símbolo do seu enorme talento. Já a banda-sonora da série de televisão era invulgarmente extraordinária, talvez até uma das melhores da sua autoria. A do filme continua no mesmo estilo, variando entre o country e rock para o jazz, com algumas variantes de world music (especialidade de Yoko Kanno), com a desculpa de que parte do filme se passa no bairro marroquino. A música neste filme, como o título indica, é muito importante e enriquece enormemente o ambiente, sem perturbar a acção ou ser excessiva.

CLASSIFICAÇÃO: 8/10

30.10.05

Cowboy 'Halloween' Bebop

Não vou falar de nenhuma série nova de Cowboy Bebop, nem de nehum filme, pus aqui esta imagem, um poster de promoção do filme Cowboy Bebop, Knockin' on Heaven's Door, para comemorar o Halloween por duas razões:

1. Acho a imagem fantástica e super-divertida,
2. Cowboy Bebop é, para mim, uma das melhores séries de anime dos últimos tempos, com uma boa estrutura, excelente história e personagens fantásticas.

Deve ter sido o primeiro anime que vi em que tive imensa dificuldade em escolher uma personagem favorita, dava por mim a dizer: "A Faye é excelente, mas a Ed é demais, amo o Spike, o Jet é muito carismático..." Com isto é impossível escolher, são todos muito bem construídos e muito cativantes, até o welsh corgi Ein é interessante por ser muito inteligente!

Mas não é só! O character design é mesmo muito bom, de Toshihiro Kawamoto, o mesmo desenhador do soft-ecchi Golden Boy, com um excelente grafismo, paleta de cores e acabamentos de primeira. Para culminar em grande, a banda-sonora é da genial Yoko Kanno e uma das melhores obras dela!



カウボーイビバップ 天国の扉 [JP]
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