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11.11.08

Demashitaa! Powerpuff Girls Z

Já tinha visto excertos desta série quando ela estreou no Japão, em parte porque adoro as Powerpuff Girls originais, mas já naquela altura não me entusiasmei por aí além com esta série. Mas hoje apanhei o que penso ter sido o primeiro episódio na RTP2, sob o título Superpoderosas, e até achei alguma graça.

Basicamente os japoneses agarraram num produto que já era muito "japonês" à partida e encaixaram-no naquele modelo de anime para raparigas pré-adolescentes com poderes fantásticos, isto é o mahou shoujo. Dentro deste género especificamente têm sido produzidas imensas séries de que tenho falado bastante aqui, não fosse eu fã de mahou shoujo, a começar com Card Captor Sakura, continuando por Ojamajo Doremi, Kaitou St. Tail, Mirmo e, mais recentemente, Onegai My Melody.

O defeito é que esta série, que no orginal foi marcante nos desenhos animados norte-americanos pela sua originalidade, por um grafismo diferente e um target invulgar (raparigas), mantendo uma certa ironia e humor que não apela apenas a crianças, tornou-se, na versão japonesa, em mais uma série e nem sequer das melhores... Pior: transformaram a personagem mais popular e cool em pouco cool. Buttercup, a inconformada passou a ser uma banal maria-rapaz a queixar-se de ter de vestir saias. Pelo contrário, a detestável Blossom está kawaii e Bubbles, se bem que menos kawaii que no original continua igualmente engraçada. Também sinto falta dos cenários muito "design anos 60" da série original. As transformações das raparigas têm demasiadas poses e são muito confusas, o que não ajuda, pois as transformações costumam ser o selo de garantia neste tipo de séries.

Pelos vistos o ditado: "em equipa ganha não se mexe" não serve só para os remakes de anime norte-americanos, mas também para a situação inversa.

Mesmo assim, é mais um anime a dar nas televisões portuguesas, especialmente na RTP que nos últimos anos tem passado muito pouco, portanto só tenho que ficar contente com mais esta estreia.

出ましたっ! パワパフガールズZ
テレビ東京・あにてれ 出ましたっ!パワパフガールズZ
出ましたっ!パワパフガールズZ

RTP2
2ª - 6ª: cerca das 18:00

16.12.07

Magic Knight Rayearth

E porque é não há meio de me habituar a pelo menos verificar a programação do Canal Panda a cada fim do mês??? Já me tinha apercebido há que tempos que é comum começarem a emissão de uma série de anime a cada dia 1 e mesmo assim esqueço-me!

Pois, a razão do protesto é que a estreia deste mês foi uma série que sempre quis ver, cuja manga já li há que tempos e que só tinha tido oportunidade de ver alguns episódios... Magic Knight Rayearth.

Magic Knight Rayearth foi o primeiro projecto mainstream das CLAMP, com o objectivo inicial da criação de uma manga e um anime, produzido pela Tokyo Movie Shinsha, em resposta ao sucesso de Sailormoon, da concorrente Toei. O resultado foi uma qualidade acima da média, mas um sucesso algo limitado, que só seria atingido em grande, mais tarde com Card Captor Sakura.

Em Rayearth as CLAMP partem das mesmas motivações estéticas e narrativas de Sailormoon, com uma clara inspiração nas séries de sentai, cores básicas, transformações, mechas, poderes mágicos, romance e, claro, adolescentes colegiais. A grande diferença está no local onde se passa a acção, no universo paralelo de Cefiro, onde as personagens têm nomes de modelos japoneses de automóveis (Primera, Lantis, etc.) e onde as nossas três protagonistas, detentoras de um poder mais bélico que em Sailormoon, lutam pelo equilíbrio de ambos os universos, através dos seus poderes mágicos com que foram marcadas pelo destino.

O destino é um tema recorrente em toda a obra das CLAMP, portanto não é de estranhar a sua introdução nesta série. As três raparigas têm personalidades tão distintas como as cores dos seus uniformes, sendo Hikaru (vermelho) a mais desastrada, fogosa e de enorme coração, praticante de kendo (esgrima japonesa), Umi (azul) a mais elegante, fria e pragmática, praticante de esgrima, e Fuu (verde) a mais intelectual, tímida e caseira, praticante de kyudo (tiro ao arco). A sua evolução na história acaba por ser um caminho de auto-descoberta, culminando na difícil decisão de ficar em Cefiro e viver um mundo de fantasias ou regressar ao mundo real. Apesar do seu sucesso moderado, acabou por ser produzida uma segunda parte, onde as raparigas regressam a um Cefiro transformado, um pouco mais maduras, e onde encontram o amor o que as conduz a novas tomadas de decisão difícieis.

Com o tempo Magic Knight Rayearth acabou por se transformar num clássico, é uma das séries, dentro do género magic shoujo, a ver, que ajudou a elevar os padrões de qualidade e os orçamentos para este tipo de público. Graças a Rayearth outras séries (tais como St. Tail, Fushigi Yuugi, Card Captor Sakura e muitas outras) puderam crescer e evoluir, reavivando género magic shoujo.

ADENDA: Porquê, mas porquêêê!!!! Porque é que raio tenho de apanhar com dobragens em inglês???? Se tenho de apanhar com um anime dobrado, ao menos que seja em português. E se temos de ler legendas, ao menos que a dobragem seja a original em japonês. E, já agora, que Magic Knight Rayearth mantenha as canções originais e não uma versão-qualquer-pop-em-inglês... Ah sim, e que os nomes estejam correctos: é Ceres e não Selene. Infelizmente tenho a certeza de haver mais americanizações onde não eram necessárias... pelo menos parece que não há cortes nesta versão exibida pelo Canal Panda. São estas as razões que levam uma pessoa a acabar por fazer download das séries da net... Se ao menos o anime fosse tratado com o respeito que merece...

魔法騎士レイアース
Magic Knight Rayearth TMS

16.8.06

Barrigada de anime

Não é novidade nenhuma que o Canal Panda aposta já há bastante tempo no anime, mas hoje reparei que foram nada menos que 7 anime seguidos (se não me engano a ordem era esta):
  1. Ojamajo Doremi # (Doremi II)
  2. Ashita no Nadja (Nadia)
  3. Doraemon (Doraemon IV)
  4. Captain Tsubasa J (Oliver e Benji)
  5. Kaitou St. Tail (A ladra Meimi)
  6. Kiteretsu Daihyakka (Kiteretsu)
  7. Beyblade G Revolution (Beyblade III)
Costuma se dizer que não há fome que não dê em fartura... apesar do público alvo infanto-juvenil, há para todos os gostos e só espero que o Canal Panda continue assim e passar anime popular e relativamente recente, junto com algumas pérolas vintage.

Canal Panda

13.4.06

Terminei de ver: Kaitou St. Tail


A série desenvolveu-se, como previsto e sem surpresas: Asuka Jr. apanha St. Tail.

Gostei bastante dos dois últimos episódios em que a habitual situação com St. Tail muda e ela tem de agir, pela primeira vez, em proveito próprio. Mas como se trata de salvar a vida do amor dela, não é grave. Os dois episódios estão estruturados numa história em duas partes, as duas vilãs, Maju e Rosemary, apesar de poderem ter aparecido um pouco mais cedo na narrativa, são convincentes dentro do contexto e todos os dilemas da série (Meimi revelar a Asuka Jr. que é St. Tail e Asuka Jr. apanhar St. Tail) são resolvidos de modo emocionante e simultâneamente.

Só não gostei do finalzinho do último episódio, depois da acção bastante pormenorizada da última aventura de St. Tail, o estratagema dos "6 anos mais tarde", foi um bocado acelerado e fora do ritmo da série, especialmente destes dois últimos episódios. Mas, alguma conclusão teria de haver e, sendo esta uma série levezinha para adolescentes, um final mais vanguardista com algumas coisas em suspenso, seria demasiado extremo.

Entretanto já vi o primeiro episódio, mas não explica a origem dos poderes de St. Tail, do medalhão etc. Será que ela tem mesmo poderes ou é tudo ilusionismo unido a uma extrema agilidade física? Talvez a manga explique, no anime estas questões ficam no ar...

怪盗セイント・テール:配信作品:東京ムービー

20.3.06

Ando a ver: Kaitou St. Tail

Agora que St. Tail (A Ladra Meimi) vai mais ou menos a meio, já me posso pronunciar sobre ela com outra segurança.

Os episódios são mais ou menos sempre a mesma coisa:
Alguém tem um problema (em geral são pessoas que foram aldrabadas ou roubadas), vai à igreja do Colégio St. Paulia (uh! pera: referência a Candy Candy!) para pedir a Deus que o seu problema seja resolvido e encontra em Seira uma inadvertida mas eficaz interlocutora. Seira passa a informação a Meimi (e não Mimi, como na dobragem portuguesa) que, por sua vez, avisa Asuka Jr. (através de bilhetes que aparecem nos sítios mais improváveis) que St. Tail vai agir. Meimi, já como St. Tail, repõe o malfeito, não sem alguma peripécia que envolva Asuka Jr., e tudo volta ao normal.

Descrevendo os episódios assim até parece uma grande seca, mas a série tem charme. Todas as personagens são ultra-kawaii (=queridas), o character design, apesar de um pouco enganador (faz todos, inclusive os adultos, parecerem uns anitos valentes mais novos), é bonitinho e bem feito, a animação é boa e as histórias, apesar das incoerências com a religião católica (os japoneses não percebem nada do assunto mesmo, vão lá pelo colorido pitoresco) e da improbabilidade de muitas situações, são levezinhas, românticas q.b. e funcionam no seu objectivo principal: aproximar Meimi de Asuka Jr. e vice-versa.

Afinal de contas estamos perante uma história romântica para adolescentes, apimentada com um bocadinho de aventura. Já dá para perceber como a história vai evoluir e terminar, mas isso não chateia, pelo contrário, faz com que a queira seguir até ao fim. É um bocado como o suspanse: todos sabem o que vai acontecer (menos as personagens directamente envolvidas) mas o espectador continua colado para ver como realmente acontece.

PS: A mascote é, estranhamente um ouriço chamado Rubi, que também é super-kawaii (os ouriços, apesar de picarem, SÃO kawaii!!)

怪盗セイント・テール:配信作品:東京ムービー

Canal Panda
2ª - 6ª, 07:30, 13:30, 21:00
sáb., dom., 12:00, 17:30, 21:30

1.3.06

Kaitou St. Tail

Hoje estreou mais um majical shoujo num canal em Portugal: Kaitou St. Tail, ou, na versão portuguesa, A Ladra Meimi.

Como gosto do género, já conheço esta série (de fotografias em revistas) há uns aninhos, lá vou acompanhar. Aliás a série já não é nova, é mais uma que apanhou boleia no sucesso de Sailormoon e é anterior a Card Captor Sakura.

Não consegui apanhar o primeiro episódio inteiro, mas deu para perceber que a história é simples: Meimi tem cerca de 14 anos, estuda num colégio privado de freiras e, às escondidas e com a ajuda de uma amiga noviça, Seira, dedica-se a ser uma espécie de justiceira, repondo no lugar os "pequenos pecados" da comunidade local. Como uma espécie de antagonista tem o seu love interest, Asuka Jr., colega de turma e filho do detective de polícia que investiga os crimes que ela ajuda a repor.

Como pano de fundo tem uns pais pouco convencionais em que a mãe parece ter sido uma misteriosa ladra, quando solteira, e o pai é ilusionista. Com isso a fatiota de St. Tail, o seu modus operandi e os seus truques de magia são plenamente justificados. Resta-me saber exactamente como é a sua origem, tenho 42 dias para rever o primeiro episódio.

Pena é a dobragem para português ser bem fraquinha. Normalmente temos o problema de as vozes, principalmente as femininas, serem demasiado esganiçadas. Talvez para evitar isto, as vozes desta dobragem não têm dimensão espacial: as personagens falam sempre do mesmo modo e no mesmo tom, independentemente de estarem longe, perto, a falar baixo ou a gritar. Não são totalmente desprovidas de expressão mas parecem "descoladas" dos outros sons de fundo.

怪盗セイント・テール:配信作品:東京ムービー [JP]

Canal Panda
2ª - 6ª, 07:30, 13:30, 21:00
sáb., dom., 12:00, 17:30, 21:30
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