Havia poucas participantes divididas em categorias de individual e grupo - sim, eram só raparigas. Tínhamos vários critérios de avaliação, eles também divididos pela concepção do fato e skit (50/50), o que ajuda a tomar decisões em casos de impasse. Infelizmente houve uma concorrente que teve de desistir, pois não se sentia suficientemente segura para concorrer. Acho que foi uma decisão sensata da parte dela, já que sofreu uma série de azares com o fato e não teria sido justo para ela. Mas espero que não desista de acabar o seu cosplay e concorra numa próxima oportunidade. O cosplay é para ser acima de tudo divertido!
Um concurso destes passa por duas fases: a apreciação dos fatos e adereços, com a condição de terem sido feitos pelos próprios, e depois o skit, em palco e em público. No geral posso afirmar que os fatos ou eram muito bons ou muito maus, não houve meio-termo. A concepção dos adereços de algumas participantes revela um investimento acima da média das cosplayers, que é de louvar e valoriza o cosplay português. Todas souberam defender muito bem as suas criações e quero ver mais destas cosplayers que conheci melhor neste evento. Os skits foram todos bastante bons, mas infelizmente houve algumas falhas técnicas que acabaram por prejudicar as cosplayers. Isso revela que ainda existe por parte das instituições alguma falta de profissionalismo em relação a eventos com esta natureza mais pop. Gostava que fossem encarados com a mesma seriedade com que se encaram um concerto de música clássica ou um bailado. Disponibilizar o palco para um ensaio geral como deve ser, sem stresses e histerias (para isso já basta o nervosismo das concorrentes - não esqueçamos que quem faz isto são amadores), seria um dos factores que teria melhorado a performance de todas as cosplayers envolvidas.
Tanto para os fatos como para o skit a escolha da série/jogo e personagens é definitivamente fundamental. Se nos fatos pesam a sua complexidade, execução e adereços vistosos, no skit pesa haver um tipo de narrativa e um bom apoio em vídeo/áudio (neste concurso os individuais têm 1 minuto e os grupos 2,5 minutos) que proporcione espectáculo para o público. Portanto a escolha de séries ou jogos que tenham bom potencial para um espectáculo simples, mas fácil e acessível, são muito importantes. Não precisam ser forçosamente séries muito populares, mas há que haver uma boa capacidade de síntese da parte dos cosplayers para pensar no seu skit como um mini-espectáculo de entretenimento e talvez por vezes abdicar de personagens ou séries favoritas por não darem muitas possibilidades para tal.
Gostei imenso da experiência, gostei de trocar ideias com outras cosplayers e acho realmente admirável o seu esforço e investimento. O cosplay é um passatempo incrível que de mau só tem o facto de ser dispendioso.
Museu do Oriente


Nos anos 90 vi o filme Macross: Ai wo Oboeteimasu Ka? (Macross: Do You Remember Love) e mais tarde a série de OAVs Macross Plus, mas confesso que o que me despertou a curiosidade para Macross Frontier foi a quantidade enorme de cosplayers a fazer de Sheryl Nome.
O trabalho tem destas coisas, nem tudo o que me vem parar às mãos é sempre interessante e nos últimos tempos estive a braços com as "Pitas Psíquicas", ou seja Zettai Karen Children (título oficial em inglês: Psychic Kids Squad).

Tenho andado tão ocupada que mal tenho tempo para ver anime, ainda por cima com a morte do Animax praticamente só me restam o Canal Panda e o Panda Biggs para ter um cheirinho pela televisão, e mesmo assim não tenho dado conta do recado.
Em 200 episódios, o episódio 22 (a cerca de 10% de toda a série) permaneceu sempre o meu favorito de todas as 5 séries de Sailormoon, e foi o que acabei de ver agora!

Este ano voltei a participar, fui de Yuuko Ichihara (xxx HOLiC), o fato do episódio da neve, versão manga (não gosto da versão do anime - demasiado mãe Natal), e a tirar fotografias no encontro anual de cosplay em Lisboa, o Cosplay Photoshoot, este ano organizado pela Cosplayer E-zine. Acabei por não ter nenhuma foto minha tirada com a minha máquina, mas vou ver se arranjo uma para colocar aqui (já arranjei!).
Nodame Cantabile é provavelmente a última série a estrear no Animax, mas uma série para fechar o canal com chave de ouro. Tal como Hachi-Kuro, Nodame Cantabile é mais um anime do projecto Noitamina que há muito quero ver. E queria ver principalmente pela temática original, que até à altura era pouco abordada em séries de anime: a música clássica♪.






Opa... finalmente uma série de anime menos séria e mais ao meu estilo! Ultimamente tenho andado a dar conta de séries que queria e tinha de ver, mas cujos motivos que me levavam a vê-las não são os grandes motivos que, em geral, me levam a ver anime. É complicado explicar isto, não que umas séries sejam, a meu ver, melhores que outras ou porque são mais sérias ou porque são mais coloridas, mas há determinadas séries, e em geral não preciso de ver muitos episódios para me aperceber disso, que me enchem mais as medidas e fazem clique naquele sítio do meu cérebro que responde com um: "ah sim, isto é anime!"