Apesar de ter transitado quase de imediato da primeira para a segunda série de Code Geass, acabei por ver a segunda série mais lentamente que a primeira. No geral gostei mais da segunda, apesar de ser menos intensa, menos dedicada às personagens e com mais batalhas épicas. Como a vi mais espaçadamente, houve momentos em que o meu entusiasmo esmoreceu um pouco. Talvez não estivesse na disposição para ver uma série como esta ou então estes factores, aliados a menos disponibilidade, não ajudaram.Houve realmente melhorias significantes de uma série para a outra, menos sentimentalismo, mas também menos intensidade de emoções. As canções de Orange Range e Ali Project já são bem mais adequadas a uma série épica, as Ali Project ficam sempre bem junto com a arte das CLAMP e as canções também me são bem mais agradáveis ao ouvido. Gosto das Ali Project e não desgosto dos Orange Range, apesar de não ser fã de nenhum dos grupos.
Senti que o character design degenerou um pouco, as caras deles parece que se tornaram um bocado triangulares, cheias de vértices (ah pois, um triângulo só tem três! XD), mas no decorrer da acção isso é pouco significante.
No meio de toda esta intriga política, familiar e guerras sem fim, houve duas ou três personagens que me chamaram mais a atenção, fora do círculo dos protagonistas. Uma é Viletta, que foi a única que personificou o desejo de paz de Lelouch e Suzaku, apaixonando-se e engravidando, para além de que é uma bad ass de primeira. Gosto! Também gostei bastante da Cornelia, que ao contrário da irmã Euphemia não é uma tontinha ingénua, mas uma mulher consciente das circunstâncias e suficientemente inteligente para mudar de opinião em prol das mudanças que enfrenta, decidida e generosa. Nunnally, que ao princípio parecia uma versão ainda mais débil de Euphemia, amadureceu e revelou-se mais esperta do que parecia. Já para não falar de C.C., uma feiticeira cheia de sentimentos humanos, por quem eu torci desde o primeiro momento.
O final de Code Geass - Hangyaku no Lelouch é bastante bom e coeso, não é apressado nem deixa pontas soltas onde não deve. Nota-se que toda a história foi bem desenvolvida e o final é mais que satisfatório e até emocionante na dose certa.
Este post até parece falta de entusiasmo, mas gostei muito destas séries, o facto de ter visto a segunda de forma muito espaçada e a ter terminado quase à força não influenciaram a minha opinião sobre a série, mas influenciaram a escrita menos entusiasta deste post. A grande qualidade de Code Geass é que apela a quem gosta de mechas e batalhas do mesmo modo a quem gosta de histórias épicas e emocionais. É um anime muito bem construído, lindíssimo, com personagens fortes e coerentes e de certa forma um híbrido novo que alia acção com romantismo, esbatendo as fronteiras do que os rapazes e as raparigas "supostamente" gostam.
コードギアス 反逆のルルーシュR2


Code Geass é daquelas séries que estava no topo da lista de espera há algum tempo. Ando a tentar alternar entre séries vintage e actuais para me manter minimamente actualizada e Code Geass não podia passar em branco.
Como normalmente os doramas japoneses me surpreendem pela positiva, estava expectante quando à adaptação de xxxHOLiC, de que tanto gosto. Infelizmente acho que me decepcionei.

Quando soube do CLAMP Festival, acho que no Verão de 2011, quando soube do lançamento da Neo Blythe B2-HOLiC (a minha Yuuko-san) senti um misto de curiosidade e desconfiança: mas que raio se vê num Festival das CLAMP? As quatro no palco a falar do seu trabalho? Isso constitui um festival?
Não sei porquê mas quando vi a série Macross Frontier não vi os filmes. Naturalmente agora já os vi e de certa forma foi boa ideia ter feito um intervalo.




Oh sim, Kunihiko Ikuhara volta a atacar! Mawaru Penguindrum é uma série intrigante, aliás como tudo onde Kunihiko mete o dedo: Sailormoon, Shoujo Kakumei Utena. Descobri Kunihiko Ikuhara graças a Utena (apesar de já ter visto Sailormoon naquela altura), que descobri nas páginas da revista Newtype, muito por causa do character design invulgar. Desde então Ikuhara tem andado muuuito sossegado, apenas revelando um estranho fetiche por pinguins no seu 

Surpreendentemente, e apesar da permissa pouco interessante de uma pseudo-rivalidade entre iguais, Ciel-Sebastian contra Alois-Claude, a segunda série de Kuroshitsuji é bem mais satisfatória! Ciel aparenta mais carácter, Alois consegue ser um vilão irritante, Claude um rival à altura de Sebastian, que mantém parte do sarcasmo, aliado a um pouco de emoção, e as personagens que achava irritantes ou desapareceram ou tornaram-se elementos de comédia, Grell.




