11.09.2009

Cosplay@FIBDA 09


Finalmente volto cá, dizem que o bom filho à casa torna e aqui estou eu! Não tenho consumido muito anime e daí a minha ausência deste blog, mas ultimamente a minha vida tem estado bem preenchida de anime se bem que de outras formas.

Antes de mais fui novamente à apresentação anual da Professora Suyama e da Tokyo Kogei, chamada "Beyond Kawaii" este ano, que nos trouxe para além de curtas-metragens de ex-alunos ou de alunos finalistas alguns dos próprios autores que apresentaram os seus filmes. Foi muito interessante ver os autores cara a cara e renovou a vontade de voltar para o ano!

Mas intensa foi a BD Amadora deste ano que teve diversos eventos relacionados com o anime: uma versão reduzida da apresentação do "Beyond Kawaii", uma mesa redonda com diversos autores de manga europeus, incluindo três portuguesas e uma luso-descendente sueca (uau, isto soa bem!), exposição de trabalhos dos mesmos (alguns mesmo muito bons), o lançamento do filme Evangelion 1.01 - You are (not) alone (farei um post exclusivo mais tarde), pela NCreatures e ainda 2, sim dois dias de cosplay.

O primeiro dia de cosplay foi o costumeiro Cosplay@FIBDA, em que a razão de fatos bons para fatos maus aumentou consideravelmente para meu gáudio e satisfação. É maravilhoso ver que o cosplay em Portugal está saudável e a crescer bem e dou os meus maiores parabéns à organização que tem mantido com grande esforço e apoio limitado da organização da BD Amadora este evento. O segundo dia foi dedicado à eliminatória nacional para o Euro Cosplay, que teve poucos mas muito bons participantes.

Desta vez não me esqueci da máquina em casa e tirei uma bela dose de fotos! Para ilustrar este post coloquei um retrato do meu cosplay preferido deste ano: Himawari a partir de uma ilustração da manga xxxHOLiC. Foi o meu preferido porque estava extremamente bem executado, nada de colado a cuspo ou atalhos para apressar o trabalho, e também porque gosto bastante da série e da personagem e já me tinha babado toda para o fato na ilustração de onde foi baseado. Só acho que um bocadinho de maquilhagem ajudava a abrilhantar mais o cosplay, está um pouco pálida demais a rapariga. Apesar de não ter sido a grande vencedora, todos os outros vencedores estão de parabéns e mereceram os respectivos prémios!

O segundo dia foi preenchido por cosplays no geral espectaculares, onde a tarefa da escolha era bem difícil, pois não havia um único fato mau ou mais ou menos. O meu preferido foi o de Medusa de Petshop of Horrors, um anime de que não gostei mas onde realmente o trabalho visual é muito interessante. Pena é que não passa daí. Pelo meio havia uma boa dose de anime mais "old school", incluindo um Eva-02 e uma Saori/Athena de Saint Seiya. O grande e merecido vencedor foi o Sephiroth, de Final Fantasy 7, que teve a infelicidade de não ter a logística do lado dele, o fato é enorme e a entrada para o auditório tinha uma altura de cerca de 2m, que já é baixa à partida...

Disponibilizei as minhas fotos numa galeria do Picasa, agradecia que os leitores mais dedicados me possam ajudar a completar os nomes das séries, personagens e cosplayers, comentando as respectivas fotos, visto que ninguém nasce ensinado. Escusado será pedir que mencionem a origem das mesmas caso as queiram utilizar.


9.22.2009

Yoshito Usui

Foi com tristeza que fui recebendo as notícias progressivamente do desaparecimento e depois da morte de Yoshito Usui. Espero que tenha sido mesmo um acidente, custa-me que a especulação tenha sempre tendência para levar tudo pelo pior caminho, neste caso o suicídio.

Não fazendo Usui parte do meu Top10 de mangakas, lembro-me perfeitamente quando vi as primeiras imagens da sua manga mais famosa, Crayon Shin-chan, onde achei que a palavra "crayon" se encaixava como uma luva ao character design. Posteriormente, quando vi pela primeira vez episódios da série de anime, que me apresentaram justamente como "os Simpsons do Japão", fiquei fã desde o primeiro momento. Crayon Shin-chan é acerca de um puto de 5 anos, chato, irritante, mimado, egoísta, inconveniente e mais uma série de outros adjectivos desagradáveis, que tornam a série num retrato subversivo, mais subversivo que os Simpsons, dos "bons costumes", maneirismos e hipocrisias da sociedade moderna. Tal como Os Simpsons, Crayon Shin-chan disfarça-se de anime para miúdos sob a capa de Shin-chan, de 5 anos, mas é tudo menos uma série para miúdos.

Por cá infelizmente passou num versão ligeiramente censurada pelos norte-americanos, mas que felizmente não lhe tirou a irreverência, nem com a dobragem em português que por acaso até era das melhores que por cá se fazem. O que talvez lhe tenha tirado o impacto que teve tanto no Japão como na vizinha Espanha, foi o horário madrugador, erradamente a pensar nas criancinhas, onde mais uma vez os programadores de TV erraram ao não conhecer o produto que estão a mostrar...

No Japão Shin-chan é quase tão popular como Doraemon ou Hello Kitty, tem dado origem a inúmeros negócios paralelos que vão desde todo o tipo de merchandising até a video-jogos e filmes para cinema. Numa escala menor o mesmo sucedeu em Espanha, o que deu origem a alguns sucedâneos irem parar às prateleiras dos Minipreços e congéneres portugueses.

Com a morte do seu autor, calculo que o trabalho ainda não publicado (segundo li que dá até Dezembro) e a série de anime continuem por algum tempo, mas pergunto-me o que Shin-chan diria disto: será que apenas tiraria as cuecas e faria uma demonstração exibicionista das suas partes baixas como sempre? Espero que sim!

Yoshito Usui - Wikipedia
テレビ朝日|クレヨンしんちゃん
バンダイビジュアル★クレヨンしんちゃん★

9.10.2009

Deixei de ver: Naruto e Full Metal Alchemist



Infelizmente este é o meu primeiro "Deixei de ver:". Infelizmente porque gosto de ver as coisas até ao fim, mesmo que não esteja a gostar muito, aliás já existem alguns exemplos dessa preserverança neste blog, mas toda a gente tem os seus limites... Ah! Todas as séries que têm um "Comecei a ver:" e não têm um "Deixei de ver:" hão de ser vistas até ao fim um dia... pelas razões mais variadas foram deixadas em suspenso, suspensão da exibição por parte dos canais de TV, falta de tempo, não conseguir encontrar os episódios que faltam, são algumas delas.

No caso de Naruto é claro: entrei na fase de encher chouriços e a vontade de ir para a frente da TV ver mais um episódio igual ao da véspera era quase nenhuma. Fullmetal Alchemist veio por arrasto. Eu já andava a prever desde o início que seria muito difícil seguir Fullmetal até ao fim, pois comigo nunca pegou. É uma série engraçada e tal, tem elementos de que costumo gostar, o fantástico aliado a doses simpáticas de comédia e drama, mas, e não encontro explicação, sempre achei uma série muito aborrecida...

Em suma: um dia destes volto a ligar a SIC-Radical a ver se já passou a fase seca de Naruto, mas Fullmetal Alchemist não vou voltar a tentar ver nem sequer me vou dar ao trabalho de ver a segunda série que saiu recentemente.

NARUTO-ナルト-
鋼の錬金術師 公式ホームページ

6.08.2009

Ando a ver: Candy Candy



Eu sei que comecei a rever a Candy Candy há imenso tempo, mas, como a maioria das séries antigas e longas, não é tarefa fácil encontrar os episódios. Tenho tudo em francês, mas com a morte de Anthony apercebi-me de que essa versão está censurada. Mesmo que não tenha cenas cortadas os diálogos foram adulterados na tradução de modo a esconder essa mesma morte, o que, a meu ver, é estúpido e menos pedagógico do que mostrar a morte de alguém querido... para além disso, recuso-me a ver anime censurado, seja de que maneira for!

Eis que tinha interrompido na fase em que a série foi cancelada em Portugal (cerca do episódio 54), por não ter mais episódios em japonês, mas voltei a achar os episódios e retomei o visionamento da série. Candy Candy foi interrompida em Portugal quando ela resolve partir, clandestina num barco, de regresso à América, mais ou menos a meio da série. Entretanto Candy já chegou à América e, numa sucessão de desencontros, vai encontrando pistas frescas de Terry, a razão mais forte do seu regresso, mas sempre sem se cruzar com ele. Esta fase, para além de uma pouco chata, é deveras irritante e até um pouco descabida, mas é um dos clichés típicos da manga/anime shoujo dramática dos anos 70, portanto lá se terá de conviver com isso.

Mas eu sei que a história irá dar uma reviravolta e estou curiosa em relação ao novo rumo na vida de Candy, versão anime.

Até agora as diferenças entre a manga e o anime são poucas, a série anime apenas reformulou os animais de estimação e acrescentou algumas histórias paralelas para fazer render o peixe. Aliás a adaptação é surpreendentemente fiel ao original e com relativamente pouca suavização das cenas mais fortes.

Vou continuar a ver, claro, e espero não ter de voltar a interromper, pois desta acho que consigo arranjar tudo até ao fim.

5.19.2009

Comecei a ver: Genji Monogatari Sennenki

Literalmente A História de Genji, Romance Milenar, Genji Monogatari Sennenki é finalmente a adaptação ao formato série de anime, perfeitamente adequado ao romance e ao seu formato de novela interminável, pelas mãos de Osamu Dezaki.

Nenhum outro realizador poderia ser mais perfeito para adaptar esta obra, muito querida dos japoneses e considerada o primeiro romance da história, cuja história segue os vários romances e paixões do Príncipe Genji numa estrutura em tudo semelhante à estrutura básica das séries de anime: pequenas histórias episódicas e independentes interligadas por uma ténue mas presente linha narrativa principal, muitas vezes intimamente ligada ao(s) protagonista(s).

Osamu Dezaki é talvez, dentro dos realizadores clássicos de anime, um dos mais reconhecíveis, com um estilo marcado, muitas vezes ligado ao character design e animação de Shingo Araki, em séries de anime como Versailles no Bara, Ace o Nerae! ou Oniisama he… cuja história tem inclusive pequenas homenagens a Genji. O seu estilo, com personagens lânguidas, homens altos, belos e espadaúdos, mulheres belas, muitíssimo femininas e com cabelos ao vento, as faces longas, os planos intercalares extremamente dramáticos mas frequentemente de animação reduzida e com um trabalho de arte pormenorizado, iluminação dramática, paleta de cores reduzida, bandas sonoras exageradamente dramáticas, são únicos e tipicamente característicos do anime shoujo ou josei de romances perigosos ou proibidos, cujas personagens arriscam até a própria existência em prol das suas paixões.

Sendo O Romance de Genji o primeiríssimo exemplo destas características e cuja marca tão forte foi prevalecendo de tal forma na cultura de ficção nipónica que transitou para o anime shoujo, até tardou esta adaptação que, infelizmente é curta em episódios (só 11) e portanto só pode resumir ou contar parcialmente a longa narrativa do romance. Ao ver o primeiro episódio já deu para perceber que a adaptação não é literal e contada de forma um pouco mais linear e cronológica que o romance, cuja infância de Genji é sugerida ao longo do decorrer dos diversos eventos e romances. Dezaki também introduz alguns novos detalhes, concentrando-se agora na infância de Genji e nos eventuais porquês das suas paixões para posteriormente vir a desenvolver a personagem.

Em termos técnicos, Dezaki, de quem já não via nenhum trabalho significativo há bastante tempo, usufrui em pleno o que as novas tecnologias lhe proporcionam, transformando o que antigamente seriam planos parados ou rudimentares em maravilhas de detalhe em movimento. Um recurso dramático que provavelmente começou a ser utilizado para ultrapassar certos entraves técnicos, transformou-se num estilo e deu azo a belíssimas imagens, dignas do Príncipe Genji, nesta série.



Por outro lado a utilização de uma canção pop/rock das PUFFY no genérico inicial é, no mínimo, divertida e surpreendente, continuando a tendência de colocar música moderna e popular nos genéricos de anime de época em vez da lógica música tradicional. Também é engraçado este retorno das PUFFY, já um pouco "velhas" no panorama do J-Pop, principalmente após a notoriedade que atingiram no Ocidente.

Infelizmente, por questões de disponibilidade, ainda não terminei de ler o romance. Sei que não há de ser condição para apreciar condignamente a série, mas gosto de fazer a análise comparativa, e logicamente não o irei poder fazer em relação à totalidade da narrativa tão cedo. Gostei deste lindíssimo e primeiro episódio, veremos que caminho Dezaki escolheu para resumir a história, se a conta parcialmente (como o filme) ou se salta partes reformulando a narrativa e que romances privilegia em detrimento de outros.

アニメ「源氏物語千年紀 Genji」公式サイト

5.10.2009

Ando a ver: Naruto



Segundo os especialistas na matéria (que eu decididamente não sou) Naruto na SIC-Radical acabou de entrar na fase de encher chouriços, isto é, já se deu e terminou o duelo Naruto-Sasuke.

Confesso que para mim já pelo meio houve uns tantos episódios de encher e não fiquei satisfeita com a introdução temporã dos carismáticos Akatsuki para depois voltarem a desaparecer, e apesar de ter gostado da reviravolta que os combates individuais dos companheiros de Konoha levaram, com a adição dos seus anteriores rivais da areia, eu teria saltado algumas partes.

Quanto ao combate Naruto-Sasuke, o grande motivo deste post, surpreendeu-me bastante! Enquanto que esperava muito mais do combate Naruto-Gaara, principalmente devido a Gaara parecer invencível, o mesmo decepcionou-me bastante e, apesar de uma ou duas vezes isso me agradar, já começo a ficar farta de todo e mais algum duelo importante ser intercalado por imagens da história pessoal dos intervenientes. Neste duelo Naruto-Sasuke foi o que gostei menos até porque a maioria das imagens e história de Sasuke já tinham sido contadas poucos episódios antes, portanto estavam frescos na minha memória.

Gostei imenso do duelo: o cenário foi excepcionalmente bem escolhido e se em vez de espremerem mais a história do massacre do clã Uchiha tivessem contado um pouco do que se passou anteriormente ali, talvez introduzisse mais força a esse mesmo cenário. As cenas da água, se bem que algo irrealistas na sua limpidez e calma (é um rio e uma cascata), que até me fizeram lembrar o mar de Conan, o Rapaz do Futuro, são magníficas e o combate é intenso e longo o suficiente para satisfazer q.b., apesar do seu final deixar tudo demasiado pendurado. E pensando que durante algum tempo nada de extraordinário irá suceder, essa perspectiva torna-se ainda mais decepcionante.

Ao seguir no momento três dos animes de maior sucesso no Japão (e não só) nos últimos anos, Naruto, One Piece e Detective Conan (infelizmente nenhum título shoujo), não consigo deixar de comparar com a situação de há mais de 10 anos atrás, pré-Evangelion, em que séries com um sucesso equivalente como Dragon Ball ou Sailormoon, ficam tecnicamente muitíssimo atrás apesar de muito bem tratadas dentro dos parâmetros da época. Todas estas três séries têm um character design muito próprio e individual, tornando-se facilmente reconhecíveis mesmo sem a presença de personagens chave, coerência de expressões e de directores de animação ao longo dos episódios (coisa que não acontecia nem em Dragon Ball nem em Sailormoon), narrativas bem elaboradas, apesar da sua longevidade extraordinária que mantém o interesse dos espectadores, mesmo sendo possível perder um ou outro episódio e, sobretudo, a excelente qualidade da animação. Essa qualidade é em parte proporcionada pelo abandono da pintura de acetatos à mão em prol da pintura digital, o que permite um maior investimento nessa área, mantendo, até mesmo em séries mais comerciais e secundárias um alto padrão de qualidade que só tende a melhorar.

Voltando a Naruto e ao duelo Naruto-Sasuke, a animação, para além de extremamente bem feita, é muito interessante, lembrando no estilo o filme Tekkon Kinkreet, e fez um excelente uso dos cenários e do character design, nunca descurando a meio, mesmo com a "intrusão" das cenas de Sasuke e dos Uchiha. A série Naruto, em geral, continua a ter um cuidado excepcional na banda sonora, brilhante nesta sequência, apesar de no geral já não gostar tanto das canções dos genéricos como gostei das primeiras.

Vamos lá ver se escrevo acerca de Naruto antes da série terminar, só um muito bom motivo me levará a fazê-lo, ando a mentalizar-me para aturar um pouco de seca, mas eu sou teimosa e muito paciente, portanto aguentarei até ao fim. E se a SIC-Radical estrear então Naruto Shippuuden, confiando no que me têm dito, pretendo continuar a acompanhar.

NARUTO-ナルト-

4.05.2009

Terminei de ver: Wedding Peach


Aha! FINALMENTE! Esta foi das séries anime que vi que mais custou a arrancar. Definitivamente detesto os primeiros 14 episódios e não há nada a fazer em relação a isso: a sucessão de clichés de mahou shoujo e plágios à Sailormoon são deveras irritantes e mal feitos.

Como uma das piores características de Wedding Peach é o exagero de transformações e ataques (pelo menos dois por anjo do amor, que são 4!), apontei uma estimativa dos seus tempos que, fazendo as contas, dão um total de 4,46 minutos! Felizmente nunca aparecem todas ao mesmo tempo e nem sempre completas. Senão vejamos: em episódios de 25 minutos, se tirarmos os 3 de ambos os genéricos (1,5min cada), ficamos com 22, menos estes 4,46 minutos, sobra um tempo útil para desenvolvimento narrativo de cerca de 17 minutos! O meu objectivo foi ver se realmente era muito, é bastante, mas até poderia ser pior, tendo em conta o número de transformações e ataques existente.

Ao introduzir o love interest de Momoko, Yousuke, na trama, a história começou a caminhar pelos próprios pés e apesar de nunca se ter descolado completamente de Sailormoon, melhorou bastante. Desde o episódio 15, de que já aqui falei, até aos últimos cerca de 10 episódios, quase todos os episódios intercalares são fillers mas com a evolução romântica da relação de Momoko e Yousuke. Os últimos episódios, apesar de a história da Reine Devila ser demasiado parecida com a da Queen Beryl de Sailormoon, são bastante razoáveis e a conclusão estende-se em mais episódios do que o habitual, o que não deixa de ser agradável!

No fim de tudo é o beijo que salva o dia (e Tóquio, e o mundo), o que resultou nesta imagem, um pouco risqué para um anime shoujo comum! Gostei!

A cena final não deixa de ser engraçada, emparelharam três casais, Yousuke e Momoko, Yuri e Yanagiba e Hinagiku e Takurou e deixaram a rapariga mais interessante em termos gráficos, Scarlett, emparelhada com a mascote irritante Jama-P! Coitada, merecia melhor!!!

Não me arrependo de ter visto Wedding Peach, apesar de por vezes ter visto forçada. Esta era daquelas séries que um dia teria de ver, nem que seja pelo seu contexto histórico (e por a única cell de anime que tenho ser desta série - a Yuri), tendo surgido num período áureo para o anime shoujo. Há mais umas tantas séries destas que tenho para ver, esperemos que esta seja a piorzinha do pacote!

Em suma: Wedding Peach vê-se, tem duas ou três ideias engraçadas, mas no geral não recomendo, a não ser que não se tenha nada para fazer...